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domingo, 28 de setembro de 2008

Tapete Contador de História

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A Vida em um minuto

video

A Descoberta da Joaninha





Bellah Leite Cordeiro

Dona Joaninha vai a uma festa em casa da lagartixa.
Vai ser uma delícia!
Todos os bichinhos foram convidados...
Dona Joaninha quer ir muito bonita!
Porque, assim, todo mundo vai querer dançar e conversar com ela!
E ela poderá se divertir a valer!...
Por isso, colocou uma fita na cabeça, uma faixa na cintura, muitas pulseiras nos braços e ainda levou um leque para se abanar.
No caminho encontrou Dona formiga, na porta do formigueiro, e disse:
- Bom dia, Dona Formiga!
Não vai à festa da lagartixa?
- Não posso, minha amiga. Ontem fizemos mudança e eu não tive tempo de me preparar...
- Não tem problema! Tudo bem! Eu posso emprestar a fita que tenho na cabeça e você vai ficar linda com ela! Quer?
- Mas que legal, Dona Joaninha!
Você faria isso por mim?
- Claro que sim! Estou muito enfeitada! Posso dividir com você.
E lá se foram as duas. A formiga radiante com a fita na cabeça.
Dali a pouco encontraram Dona Aranha, na sua teia, fazendo renda.
Ao ver as duas, a aranha falou:
- Oi! Onde vão vocês duas tão bonitas?
- À festa da lagartixa! Você não vai?
_ Sinto muito! Não posso...tive muitas despesas e sem dinheiro não pude me preparar para a festa!
Não seja por isso! disse a Joaninha - Estou muito enfeitada! Posso bem emprestar as minhas pulseiras...Vão ficar lindíssimas em você!
- Que maravilha! disse a aranha entusiasmada.
- Sempre tive vontade de usar pulseiras nos braços! Dona Joaninha, você é legal demais! Sabia?
E dona Aranha, muito beliz, acompanhou as amigas.
Logo adiante encontraram a taturana. Como sempre, morrendo de calor!
- Oi, Dona Taturana! Como vai?
- Mal! Muito mal com esse calor!...Sabe que nem tenho coragem de ir à festa da lagartixa?
- Ora! Mas para isso dá-se um jeito! disse a Joaninha muito amável. - Poderei emprestar o meu leque.
E lá se foi também a taturana, felicíssima, abanando-se com o leque e encantada com a gentileza da amiga.
Mas, logo depois, deram de cara com a minhoca, que tinha posto a cabeça para fora da terra para tomar um pouco de ar.
- Dona Minhoca não vai à festa? disse a turminha ao passar por ela.
- Não dá, sabe? Eu trabalho demais! Quase não tenho tempo para comprar as coisas de que preciso... E, agora, estou sem ter uma roupa boa para vestir! Sinto bastante! Porque sei que a festa vai ser muito legal! Mas, que se vai fazer...
- Ora, Dona Minhoca - disse a joaninha com pena dela. - Dá-se um jeito...Posso emprestar a minha faixa e com ela você ficará muito elegante!
A minhoca ficou contentíssima! E seguiu com as amigas para a festa.
Dona Joaninha estava tão feliz com a alegria das outras que nem reparou ter dado tudo o que ela havia posto para ficar mais bonita.
Mas, a alegria do seu coração aparecia nos olhos, no sorriso, e em tudo o que ela dizia! E isso a fez tão linda, mas tão linda que ninguém na festa dançou e se divertiu mais do que ela!
Foi então que a Joaninha descobriu que para a gente ficar bonita e se divertir, não é preciso se enfeitar toda.
Basta ter o coração bem alegre, que essa alegria de dentro deixa a gente bonita por fora! E ela conseguiu essa alegria fazendo todo aquele pessoal ficar feliz!

"A IMPORTÂNCIA DO BRINCAR na educação infantil”.
Ester Andrade Elias


"Vamos abrir a porta para brincar? Pois o jogo pode resgatar o mais humano em nós" Adriana Friedmann

Com base nos parâmetros curriculares pedagógicos da “educação infantil em situação escolar" sustentam uma situação em que a pré-escola é vista como uma antecipação das rotinas do ensino fundamental, quando o currículo deste é aplicado em criança de zero a seis anos. Dando em construção uma proposta de uma pedagogia não-escolar para a educação infantil, superando o assistencialismo e se firmando na educação e no cuidado, envolvendo criança e adulto, que viabiliza uma nova organização de tempo e espaço pedagógico, com o desenvolvimento de projetos, vindo a garantir na escolarização a construção da cultura infantil. Com ampliação da rede de solidariedade nas preocupações com as crianças de zero a seis anos, reavivando a imagem do professor diante do sentido da ação educativa na contemporaneidade.
Muito embora só recentemente é que a Educação Infantil tenha se tornado direito das crianças, o atendimento a essa faixa etária em instituições variadas, como: pré-escola, jardim de infância, creches e outros, já existe no Brasil há um século. Durante muito tempo, tem se discutido sobre como as crianças aprendem, como se dá à compreensão do processo que leva a criança a construir conhecimentos, e o que elas são capazes de aprender, brincar e cuidar.
Percebe-se que os educadores da atualidade precisam utilizar-se do lúdico na educação infantil, ao diferenciar o trabalho da brincadeira a humanidade observou a importância da criança que brinca. Começando a ser investigados pelos pesquisadores que consideram a ação lúdica como metacomunicação, a possibilidade da criança compreender o pensamento e linguagem do outro.
Tornando-se questões centrais para os profissionais da área com a introdução da brincadeira no contexto infantil, mas para que se faça a abordagem no desenvolvimento da criança, é importante explicar, a priori, como se dá o desenvolvimento na proposta “froebeliana” que influencia a educação infantil de todos os países. Esta influencia resume o modo pelo qual cada país interpreta sua realidade cultural. Embora Froebel definisse o brincar como ação livre e espontânea da criança, um suporte para o ensino, permitindo a variação do brincar ora como atividade livre ora orientada. Entende que é destino da criança "viver de acordo com sua natureza, tratada corretamente, e deixada livre, para que use todo seu poder. (...) A criança precisa aprender cedo como encontrar por si mesmo o centro de todos os seus poderes e membros, para agarrar e pegar com suas próprias mãos, andar com seus próprios pés, encontrar e observar com seus próprios olhos" (Froebel, 1912c, p.21).
É preciso relembrar as funções da escola, entre elas está a proposta da preparação da criança para o convívio do grupo e em sociedade. Despontando-se inteligentes, curiosas, ativas, solidárias, criativas, integrada no meio em que vive, que dialoga e participa da construção de seu caminho, ao mesmo tempo, ávida por afeto, brincar, correr, sorrir, chorar, viver e por sonhar.
Para as crianças, o brincar e o jogar são modos de aprender e se desenvolver. Não importa que não saibam disso, ao fazer essas atividades, elas vivem experiências fundamentais. Dai porque se interessam em repeti-las e representá-las até criarem ou aceitarem regras que possibilitem compartilhar com colegas e brincar e jogar em espaços e tempos combinados.
Por fim, brincar é uma necessidade do ser humano, quando brinca ele pode aprender de uma maneira mais profunda, podendo relacionar pensamentos, criar e recriar seu tempo e espaço adaptando-se melhor as modificações na vida real. No momento da brincadeira a criança pode pensar livremente, pode ousar imaginar, não tendo medo de errar, fazendo de um pedaço de madeira o que quiser. Temos muito que aprender sobre a condução dos trabalhos com os pequeninos.
As atividades sugeridas são relacionadas ao desenvolvimento da linguagem oral e escrita para ser aplicada para crianças de 4 e 5 anos.
O jogo do faz - de – conta
O jogo simbólico é marcado pela representação. Quando a criança assume o papel de um personagem, ela mergulha no mundo de faz – de - conta. Da mesma forma, um tabuleiro pode representar uma história que só faz sentido durante aquele percurso (na vida real é um peão ou uma pedra que avançam sobre as casas, mas todos achamos que somos nós mesmos a percorrer a trilha).
· A turma deverá sentar em circulo, para que seus colegas possam observar os movimentos quando o colega estiver representando.
· Depois, cada aluno deverá fazer a sus representação característica.
· Depois de cada representação todos irão aplaudir .
· Peça que os alunos vistam a fantasia que represente o seu personagem

MATERIAL:
· Caixa ou baú com varias fantasias
· mini palco (podendo ser um caixote) .
· cenário

BRINCANDO DE BERLINDA:
Fazer um círculo com as crianças. Uma criança deverá ser escolhida para adivinhar quem está na Berlinda. Enquanto a criança se ausenta, uma outra criança deve ser escolhida para estar na Berlinda. Esta continuará sentada no círculo, junto às outras. A criança ausente deverá voltar e começar as perguntas. Por que “fulana” está na Berlinda? As respostas poderão ser assim: - Porque é linda; porque é brincalhona; porque é chorona. As respostas deverão caracterizar a criança escolhida, possibilitando a rápida descoberta. Ao final das respostas, caberá ao interrogante dizer o nome do colega. Acertando, a criança da Berlinda se ausentará da sala, continuando a brincadeira. Se errar, pagará uma prenda e escolherá outra criança para ficar em seu lugar.

REFERÊNCIAS:

Macedo. Lino de, texto: Brincar é mais que aprender... (revista Nova Escola-educação infantil .Pré-escola 4 e 5 anos ;nº15 edição especial,agosto .2007).
GARCIA, Regina Leite: FILHO, Aristeo Leite. (orgs.). Em defesa da Educação Infantil. Rio de Janeiro. DP&A. 2001. (coleção O sentido da Escola).
Modulo III:Curso de Pedagogia . 77 p.: il Londrina.
Kishimoto. Tizuko , texto: Escolarização e brincadeira na educação infantil (professor titular da Faculdade de Educação da USP).
OLIVEIRA. R. Zilma. Educação infantil: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2002. – (coleção Docência em formação)
http:// www.escolaoficinaludica.com.br/atuacoes/brincar.htm
fonte:http://monoludica.multiply.com/journal?&page_start=60

Gata Borralheira




Era uma vez, um comerciante rico, viúvo, que vivia com sua filha, uma linda menina. Como viajava muito e para não deixar a filha só, resolveu casar, com uma senhora também viúva e que tinha duas filhas, que tinham tanto de feias como de más.
O pai da menina teve de partir numa das suas longas viagens, deixando-a com a madrasta e as suas filhas.
De tão más, transformaram a menina em criada delas, mortas de inveja pela sua beleza e bondade começaram a chamar-lhe gata borralheira.
A pobre menina tinha de fazer todos os serviços, lavar, passar, cozinhar...
Certo dia, no palácio, houve baile onde compareceriam todas as jovens do reino, afim de o príncipe escolher noiva. A madrasta e as filhas pensavam que o príncipe as ía escolher a elas, e não paravam de provar
vestidos, pintavam-se, penteavam-se e olhavam-se ao espelho.
Enquanto gata borralheira, tinha de fazer todos os trabalhos e proibiram-na de ir ao baile. Lá partiram para o baile, deixando gata borralheira, sozinha, cheia de trabalho.
Mas, quando chorava a sua triste sorte, apareceu-lhe a fada madrinha. Que lhe tocou com a varinha mágica e viu-se vestida com um lindo vestido. A fada, transformou uma abóbora em coche, quatro ratos em cavalos, um gato num cocheiro e duas baratas em sapatinhos de cristal.
Mas a fada, recomendou-lhe que, à meia noite tinha de regressar, pois o encantamento acabava.
Quando a gata borralheira entrou no salão do palácio, todos ficaram impresionados com a sua beleza. Especialmente o príncipe, que dançou com ela toda a noite.
Começaram a soar as doze badaladas e gata borralheira saiu correndo sem se despedir do príncipe, perdendo um sapatinho na escada.
O príncipe apaixonara-se por gata borralheira e para a encontrar, resolveu correr todas as casas do reino, para ver a quem servia o sapatinho.
Por fim chegaram a casa de gata borralheira, as filhas da madrasta experimentaram-no, mas em vão. Quando gata borralheira calçou o sapatinho e este serviu-lhe ficaram mortas de inveja.
O príncipe, ficou muito feliz por ter encontrado a sua princesa, alguns meses mais tarde casaram e foram felizes para sempre.

sábado, 27 de setembro de 2008